terça-feira, 25 de julho de 2006



Hoje se comemora o Dia do Escritor! Considero-me um, com vários livros por publicar, amador e amante das letras, em prosa e em verso... Por isso que, no SUPERPOST de hoje (em "edição extraordinária", aproveitando o pouco tempo de que venho dispondo para publicar algo aqui e repetindo o sucesso de 'superposts' de outrora, onde publicava, num único 'post', três obras distintas, incluindo a de outro autor além de mim), dedilho um pouco desta minha paixão interminável em um poema onde homenageio o concretismo do ato de ser poeta e em uma crônica poética que narra as idas e vindas saudosistas de um escritor perdido no tempo... Como desfecho desta pequena homenagem ao ato de escrever (e do ato de viver da pena), não poderia deixar de citar o maior escritor que li até hoje, Machado de Assis, cuja obra maior, Dom Casmurro, me marcou bastante (ainda que também seja fascinado por muitos outros de seus livros, como Memórias Póstumas de Brás Cubas, de onde extraí uma pequena passagem para este post)... A todos os grandes nomes desta ingrata arte de tecer no papel o seu ofício, a Manuel Bandeira, a Drummond, a Cecília Meireles, a Eça de Queiroz, a Fernando Pessoa, a Sá Carneiro, a Augusto dos Anjos, a Cruz e Sousa, a Graciliano Ramos, a Vinícius de Moraes... os meus eternos parabéns e o meu humilde muito obrigado...


Nada mais concreto

A tinta que escorre na parede
Não desce à cor do poema
Mais concreto
(Fechada seja a mente
Posta a descoberto)

Ser do sol, sal da terra
E o chapéu se foi com o vento
Chega gesso, falta cimento e se espalham as cinzas
Escrever é meu contentamento
Ao desabar
Em desatino...

(Dilberto L. Rosa, in À Beira do Derradeiro Solstício)




Abrindo meu papel

Acendo a luz e percebo que se trata de um antigo escrito, coisa minha de mais de dez anos. Volto a procurar, só que agora tento encontrar na folha algo meu perdido em alguma linha, uma inocência que talvez o tempo não tenha feito curvar...

O pior é que só vejo a mesma essência do eterno presente de mim: ainda que papel velho, sou eu mesmo que falo ali com a mesma voz cansada de agora, como se ontem e hoje se dobrassem para me lembrar de quem realmente sou...

E o papel ainda conta tantas coisas mais, como que se desdobrando em tantos outros que com ele guardam ligação (eterna continuidade abstrata, talvez mesmo sem valor): todos me aguardam no escuro, nem sei se dobrados ou não...

Por fim dobro o papel, fazendo-o curvar-se ao meu controle e a tudo que ele passou, como papel velho e amarelado, para chegar até aqui - a curvar-se mesmo sobre si, desdobrando os tantos eus que ainda restam em mim...

Encontro, ao léu e no escuro, o que parece ser uma velha folha de papel. Tateio e procuro achar os vieses de algo que há muito já se tenha dobrado, porém não encontro os tais machucados - a folha parece que nunca se curvou...

(Dilberto L. Rosa, in A Prosa de Meu Agora Outrora...)



Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908)

"Mas é isso mesmo que nos faz senhores da terra, é esse poder de restaurar o passado, para tocar a instabilidade das nossas impressões e a vaidade dos nossos afetos. Deixa lá dizer Pascal que o homem é um caniço pensante. Não: é uma errata pensante, isso sim. Cada estação da vida é uma edição, que corrige a anterior, e que será corrigida também, até a edição definitiva, que o editor dá de graça aos vermes."

(Trecho de "Memórias Póstumas de Brás Cubas", 1881)

sexta-feira, 21 de julho de 2006

Há um dia especial para toda coisa, ainda que nem mesmo tomemos conhecimento da quinta parte destes dias... Anteontem, por exemplo, parece ter sido o Dia do Futebol - com meu Vasco perdendo daquela forma apática para os urubus, não tenho o que comemorar... E na próxima terça será o Dia do Escritor... Ontem, não sei quando ou quem começou, foi o Dia do Amigo... Eu que sempre me dirijo a você, leitor deste humilde espaço virtual, como "meu querido blogueiro de plantão", já considero um novo amigo, ainda que distante, ainda que pouco visite meus diletos Morcegos - afinal, este universo constitui-se mesmo numa grande exposição, ainda que não goste de diários da rede, acabamos sabendo muito uns dos outros... Por isso, a todos os novos amigos virtuais, assíduos ou ocasionais, especialmente aos de longa data, pelas idas e vindas, aos próximos e aos que andam distantes e afastados pelas mais diversas razões (um amigo sempre é um amigo), aquele abraço!

E, falando em poesia, hoje lembro o Poetinha Vinícius de Moraes: aproveitando o Dia do amigo, trago hoje "O Soneto do Amigo", um belo poema de um homem sempre cercado de amigos até que se foi, em julho de 1980, sem nem bem se despedir da maioria deles...


Soneto do amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com os olhos que contem o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...

(Vinícius de Moraes, 1946)

terça-feira, 18 de julho de 2006

Super-Homem - A Canção

E hoje, encerrando a SEMANA ESPECIAL SUPER-HOMEM, relembro uma pequena crônica que escrevi já há algum tempo, sobre um "super-encontro" mágico entre um filme inesquecível norte-americano (capaz de ser um precursor no entretenimento das grandes adaptações dos Quadrinhos para o Cinema, meio que "refilmado" recentemente no interessante Superman - O Retorno) e uma canção brasileira de um lirismo inesquecível...

Em 1979, logo após uma exibição do eterno clássico Superman - O Filme, um jovem compositor encontra um amigo e declara, extasiado: "cara, que filme fantástico! No final, o Super-Homem volta o tempo e muda a história do mundo pra salvar a mulher que ele ama, a Lois..." - o amigo, também artista, inspira-se naquela narração cheia de belo entusiasmo juvenil e cria uma linda canção... Os amigos em questão eram, respectivamente, Caetano Veloso e Gilberto Gil, e assim nascia a belíssima Super-Homem - A Canção, inspirada diretamente no excelente trabalho de Richard Donner, de 1978.

Em seus versos derradeiros e magistrais, o atual Ministro da Cultura inferia "Quem sabe/ O Super-homem venha nos restituir a glória/ Mudando como um Deus o curso da história/ Por causa da mulher", em referência direta à colossal seqüência final do filme, onde, revoltado por não ter conseguido impedir o segundo míssil lançado por Lex Luthor (imortalizado na interpretação sarcástica de Gene Hackman), que se chocaria contra a Califórnia, e por não ter assim salvo sua amada Lois (a esquecida Margot Kidder) da morte, e, mesmo contrariando todas as advertências de seu pai, Jor-El (Marlon Brando, o imortal), de que jamais poderia "interferir na história da humanidade", o super-herói (vivido com perfeição por Christopher Reeve) faz o planeta voltar no tempo, voando em velocidade impressionante no sentido contrário ao da rotação da Terra, salvando Lois e a Califórnia da destruição - num dos maiores furos da história do Cinema de entretenimento (afinal, voltando o tempo, tudo voltaria a acontecer)!

Assim, naqueles bons tempos que não voltam mais, tivemos o "nascimento" de duas pérolas artísticas diferentes, mas casadas numa espécie de "adaptação para a música": na canção, a ode à mulher e à eterna dependência delas por parte de nós, homens, culminando com um desdobramento abissal; no filme, uma fantástica aventura de qualidades épicas e românticas, ainda que fielmente baseadas numa "arte menor" ou "sub-arte", que são os Quadrinhos... O que termina por nos deixar na garganta um doloroso nó de nostalgia: poucas vezes depois o Cinema e a Música conseguiram aliar magia e qualidade num só produto, ou, melhor dizendo, em dois produtos tão diferentes...

sexta-feira, 14 de julho de 2006

O Filho do Super-Homem



Não sei se os meus queridos blogueiros de plantão sabem, mas O Poderoso Chefão Parte II foi o primeiro filme da história do Cinema a usar um número como indicador de uma continuação. Até então, os filmes que se valiam de seqüências (intermináveis, por sinal) costumavam ser os antigos clássicos de Terror, que normalmente apresentavam títulos como A Noiva de Frankenstein ou O Filho do Lobisomem para dar continuidade às tramas então populares nos cinemas do mundo todo... Começo o segundo 'post' da Semana Especial Super-Homem com esta curiosidade cinematográfica para celebrar a beleza da paternidade, presente com grandiosidade na estréia mais aguardada do ano de 2006: Superman - O Retorno - que bem que poderia ter este parentesco no título...

Afinal, só se considerarmos o diretor Bryan Singer como filho do mestre Richard Donner para podermos explicar, com um mínimo de consistência, tamanha homenagem feita a uma produção cinematográfica, a ponto de quase ter sido criada uma espécie de "'remake' atualizado" da adaptação do maior super-herói dos quadrinhos para as telas: ao repetir, através de referências diretas, diálogos e cenas do clássico absoluto de 1978 (como os quase idênticos abertura e final, bem como ao relembrar frases inesquecíveis como "estatisticamente, voar é a forma mais segura de se viajar"), Singer não só emociona uma platéia formada em sua maioria absoluta por fãs ardorosos dos primeiros dois filmes com Cristopher Reeve (a quem a atual produção é merecidamente dedicada), como também, tal como Donner (que, além de ter dirigido Superman - O Filme e de ter deixado praticamente pronto Superman II, fez ainda, dentre outros, os pequenos clássicos A Profecia, Os Goonies e O Feitiço de Áquila), consegue se firmar atualmente como o criativo diretor de um consistente "cinema de autor e de magia", com dois X-Men no currículo, além dos ótimos O Aprendiz e Os Suspeitos.

E como esquecer a paternidade guardada em segredo por tanto tempo e finalmente revelada neste Retorno (reconhecida "continuação" dos Superman I e II) e que, sem dúvida, gerará muita polêmica entre os fãs mais ardorosos das histórias em quadrinhos? Calma, não estou entregando nada da trama do filme, não: falo de Brandon Routh, o "filho do Super-Homem"! Além de lembrar a aparência do inesquecível Reeve em muitas cenas (em ângulos propositadamente colocados para aumentar a semelhança, apesar do "rosto de boneco", mais comprido), Routh (com o nome estreante surpreendentemente abrindo os créditos) praticamente "imita" em muitas cenas alguns trejeitos da já clássica concepção Clark Kent/Super-Homem das produções de 78/87, o que dificulta ainda mais a vida do novo ator, sujeito às inevitáveis e terríveis comparações com o "pai", personagem desenvolvido com maestria pelo imortal Cristopher - guardando-se, é claro, a maior seriedade conduzida por Brandon em sua interpretação mais contida, mais fiel aos quadrinhos e menos "charmosa" e "engraçadinha" que a da concepção antiga.

Mas, sem sombra de dúvida, a mais importante analogia que se pode fazer com relação à questão "pai e filho" do Escoteiro Azul é com o Messias em pessoa! Se as inevitáveis comparações com Jesus Cristo, o "Filho do Homem", sempre acompanharam este mito da Cultura Pop do século XX ao longo das inúmeras versões deste super-herói, nada poderia ser mais colocado em destaque em Superman - O Retorno: desta vez, além do 'revival' das falas do finado Marlon Brando como Jor-El, a relembrar que Kal-El seria a "luz" que inspiraria a bondade dos homens da Terra, e de uma passagem em que este confidencia a Lois Lane que, do alto dos céus, ouve de todos lá embaixo "o quanto todos precisam de um salvador", nunca o Super-Homem se sacrificou tanto por nosso mundo, a ponto de lembrar passagens de revistas em quadrinhos como as séries A Morte e O Retorno do Super-Homem, tudo com direito a metáforas bem explícitas (como a posição da cruz, formada depois do maior esforço do personagem no filme, e como a passagem do "leito abandonado")...

É por essas e por outras que eu, como um legítimo "filho" da magia dos anos 70/80 do Cinema, do qual personagens adaptados para a telona como Super-Homem e Batman (89) são alguns dos maiores nomes, só pude aplaudir e festejar esta gostosa "sessão nostalgia" que tive hoje na primeira sessão de Superman - O Retorno, mesmo a despeito de algumas modificações (como a roupa, o clima mais sombrio e um Lex Luthor mais assustador) e de alguns exageros e furos da trama, tão nababescos quanto a grandiosidade do último filho de Krypton... Vida longa ao Super-Homem!

sexta-feira, 7 de julho de 2006

Aos que se foram em junho...

Foi tanta Copa, porém tão pouco Futebol que, mesmo sem empolgar em nenhum dos cinco jogos de que participou, a Seleção acabou ocupando todo o espaço deste humilde e perna de pau espaço virtual! Tanto que as festas juninas ludovicenses, bem como as costumeiras homenagens póstumas passaram sem nenhuma menção... Como sempre é tempo para um merecido destaque aos que passaram e marcaram seu tempo, eis aqui um breve "obrigado"...

Àquele comediante que, se não foi um gênio, foi um precursor ao lado de um grupo de companheiros, ajudando a revolucionar o humor brasileiro: Bussunda. Tal como Graham Chapman deixou muito cedo o genial e precursor grupo inglês Monty Python, o nosso comediante surpreendeu a todos com sua partida prematura e no meio de uma Copa do Mundo sem graça (o que me lembra de outro grande nome que se foi em junho, aos 77 anos, o radialista esportivo Fiori Gigliotti, que, quis o destino, acabou por não assistir a esta total ausência de espetáculo, de verdadeiro "crepúsculo de jogo"...) deixando o grupo do Casseta e Planeta (fusão dos grupos universitários Casseta Popular e Planeta Diário) profundamente desfalcado...

Não que o humor brasileiro estivesse morto, não mesmo: uma turma do passado segurava bem as pontas até o começo da década de 80 - especialmente gente de vários talentos como o mestre Paulo Gracindo (que, se vivo, completaria neste último junho 95 anos de idade), que trazia, aliado ao seu gigantesco conhcimento de atuação no Teatro, no Cinema e na TV, a verve fantástica dos primeiros programas de humor da rádio (como o quadro "Primo Pobre e Primo Rico", exibido até então em programas televisivos como Balança, mas não cai)... Mas aquela gente jovem, misturada com gente mais experiente (como Luís Fernando Veríssimo), tinha que trazer Python, Mad, Saturday Night Live, e aportuguesar tudo no grande Besteirol brasileiro, humor que fez escola no teatro (com grupos como Asdrúbal trouxe o trombone) e na Televisão (com o genial TV Pirata, grande parceria de gente como Bussunda, LFV, Falabella, Patrícia Travassos, dentre outros).

Mas ninguém faz mais falta neste cenário mundano que alguém desconhecido do grande público, mas que marcou como um grande artista a sua família, bem como a todos que o conheceram: Sebastião Ribeiro Rosa, falecido num distante dia de Santo Antônio e que, se vivo, completaria, em 2006, 85 anos... A ele o meu saudoso e fraterno abraço, com um dedo de Poesia ao avô amigo que se foi num junho de três anos atrás...

I
Meu avô se foi...


Meu avô
se foi
não sei
só sei
que amei
cada samba
em vinil
que com ele
escutei...

(Canto I da Trilogia em Elegia ao Meu Avô)

quarta-feira, 5 de julho de 2006

SÓ RINDO MESMO...


Alemanha e Itália: isso é jogo de Copa! Tudo que o Brasil não fez pôde ser visto ontem de ambos os lados até o derradeiro minuto da prorrogação, com o segundo gol da Esquadra Azurra! E, apesar da Seleção, o prometido era a ROTATÓRIA ESPECIAL FUTEBOL até o final da Copa: por isso, hoje, na última semana da competição, nada de grandes cronistas sobre o universo esportivo! A despedida desta seção será com o gosto do último jogo do Brasil: um escracho total! Por isso, no interessante e divertido Blog dos Cassetas, os conhecidos humoristas da TV lembram o estilo curto e grosso que os consagraram na revista Casseta e Planeta, e, ao longo dos últimos dias, Hélio de La Peña mandou ver - não é à toa que ele se lançou recentemente como escritor com "Vai na bola, Glanderson!"... E, amanhã, 'avant', Felipón!!!


LEITURA LABIAL

Quizidane: Vai ficar pra ver nossa próxima partida? Vai ser na quarta-feira, contra Portugal.
Gordômeno: Não vai dar. Nossa partida é hoje mesmo, pro Brasil.

Muita gente achava que nosso técnico não devia ser o besta quadrado mágico do Parreira e sim um diretor de publicidade. Mas não é verdade que nos comerciais a seleção verde-amarelona arrebentava. Lembram onde eles chutavam a bola no comercial da Brahma?

Pra que o Ronaldinho Derrotucho tanto queria um desodorante Rexona, se ele nem suou? E o Roberto Carlos, tava ajeitando a meia ou fazendo meia ?

FINALMENTE REVELADO:
PARREIRA SOFREU CONVULSÃO


Já temos a desculpa pra esta derrota tão derrotosa: o técnico Carlos Alberto Besteira passou mal antes do jogo. Durante o jogo, Cafu, Roberto Carlos, Kaká e Ronaldinho Gaúcho também passaram mal. Passaram mal, cruzaram mal e marcaram mal. O professor Besteira estava apático, não conseguia mexer no time e chegou a babar quando estava no banco vendo o Zidane jogar.

Tomamos uma goleada de 1 a 0. O Brasil não viu a cor da bola. Os franceses só não nos deram uma lavada porque, mesmo classificados, não são chegados a práticas higiênicas. Na falta de avião da Varig, a seleção fretou uma barca para a Freguesia. E bate mais um recorde: é a seleção que mais perdeu da França em jogos de Copa do Mundo.

(Hélio de La Peña, in Blog dos Cassetas)

domingo, 2 de julho de 2006



Vive la France! É, meus queridos blogueiros de plantão, não foi desta vez... É o fim dos feriados de meio de semana! Ao invés do chocolate esperado dos Ronaldos, tivemos que engolir a seco um croissant do Thierry Henry! Logo ele, que disse que brasileiro não tinha nada o que fazer o dia inteiro além de jogar bola, enquanto os franceses vão para a escola... E sem preconceitos, do jeitinho que aquele discurso que abre os jogos manda, claro! Afinal, já viramos mesmo fregueses dos franceses, com três eliminações em Copas, tendo sido a última, sem dúvida, a mais amarga... Sem problema, os brasileiros adoram os franceses, conforme vimos desde o túnel do estádio, antes e depois do jogo - conforme disse Ronaldo, "não faltou garra", só andar em campo e vergonha na cara talvez, mas fica pra depois da noitada que ele marcou com Zidane e Roberto Carlos pra comemorar! E desta vez não teve convulsão do Camisa 9, nem esquema da Nike: o Brasil amarelou sozinho e jogou algo que lembrava futebol, mas que nada tinha a ver com o que os franceses faziam em campo! E parabéns a Zidane, o homem do jogo, um Rivaldo em plena forma, reconhecido em seu País! E só nos resta torcer para Portugal, com o último brasileiro no front, Felipão! Afinal, se só restam os europeus, que sejam os nossos irmãos do idioma! Guardemos então as camisas, as bandeiras e o patriotismo para 2010 e torcer para que o Brasil enfim estréie - coisa que não conseguiu fazer nesse mundial!!!




E não sei se os meus parentes e amigos desta ampla família notou, mas no mês de junho não houve Reunião da Família Morcegos! Tudo bem, sem problemas ou crises familiares, a família poderá ter várias chances de se encontrar ao longo deste mês de julho: em virtude do aniversário de um ano desta idéia simpática e calorosa, de dar destaque para determinados 'blogs' e, para eles, desfechar um carinhoso "parentesco" (iniciado no comecinho de agosto de 2005 no espaço do Weblogger, todo domingo deste mês haverá reunião desta adorável "família virtual"! Hoje, de início, destaque para a sobrinha Lelinha, que criou uma segunda "logomarca" para a Família, de seu jeitinho todo peculiar, claro! E para a próxima reunião, o "tema" já está no ar: qual foi a sua reunião favorita? Basta uma introdução para explicar o porquê e a repetição do seu 'post' ou daquele de um parente de que mais tenha gostado sobre um dos temas escolhidos (a minha favorita foi a primeira, do Amigo Invisível Virtual, de dezembro passado, mas só revelarei a participação do parente que mais apreciei no próximo domingo!) - até lá! E aguardem a "árvore genealógica" atualizada!

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