quarta-feira, 30 de julho de 2008


Traga-me


Acho que sei e que posso mais do que eu deveria
Por sobre a minha ímpia fé, pífia água pia
Que cai do céu de tantas marias que deseja me tragar...


Por sob o largo de meus doze andares de altura
Vejo o tempo parar para que eu te procure
E te ache certa na minha anatomia de nuvens


Penso que tropeço em milagres, distraído e sem vontade,
Falo em línguas, creio em ti, que nunca sais do meu lado,
E no céu que, um dia, ainda há de me tragar...


Sei que o pé-direito de minha plenitude é baixo
E que me oprimem vozes veladas de paredes intercaladas
Mas a sede de tua fé me é sempre cara demais


Às vezes acho que a noite irá tragar-me
Às vezes tenho certeza... Mas antes o trago
Que uma vida sem verde por sobre a fronte!

Dilberto L. Rosa

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Ilha do Amor
(ou Cidade dos Azulejos e Sobradões ou Terra das Palmeiras ou tantos outros epítetos que só essa terra cheia de paixão tem...),
Julho de 2008




Entre Palácios e Castelos, Pazes e Lagos, esta terra ainda parece que demora adormecida para o futuro de reais libertações... Depois dos bois e da temporada chuvosa, o sol brilha em silêncio, mas com intensidade (apesar de uma ou outra gota aqui e ali) e aponta para onde te encontravas antes de nós nos “perdermos”... Mesmo de longe eu sempre te vejo – e te sinto e te cheiro (em cada roupa tua) – e vejo o quanto és minha e o quanto que me acumulas em ti... Como esta ilha magnética, cheia de lembrancinhas entre paralelepípedos e que atrai o belo e o gostoso (apesar de nosso Pequim há muito não ser mais o mesmo...), com tantos sabores que ainda devem ser experimentados, aqui e além mar, nas inúmeras viagens que ainda esperam por nós... Essa carta (ou esse bilhete ou esse recado) é só pra lembrar que o amor é um grande laço (ao passo que um passo pra uma armadilha, como já diria aquele alagoano...) e enlaçada para sempre estarás comigo! Ainda que vizinhos chatos perturbem nossa paz e que distâncias temporárias nos roubem o sono... És minha, e o poente na espinha a oeste do Palácio dos Leões quase arromba a retina de quem ouve Chico e sonha com flores...

Fica com Deus e com um beijo de quem te ama muito...


O Velho e O Novo


E parece que a frase “Essa velha não morre?” foi pronunciada de maneira tal no dia de seu centésimo primeiro aniversário (23 de junho) que a escrachada comediante Dercy Gonçalves não agüentou muito tempo depois: apesar de ainda lúcida, sua comédia há tempos já era cansada pelos abandonos da mídia (primeiramente a Globo, nos anos 70, depois o SBT, que pagava, mas não a colocava no ar...) e pelos perdidos palavrões de ocasião... Prefiro ficar com seu auge nos filmes da Atlântida! P... que pariu...

E por falar em comédia, a ‘stand up comedy’ (“comédia de pé” ou humor de cara limpa, gênero que apresenta um único artista no palco, de pé e sem acessórios, satirizando o cotidiano com textos próprios, e que imortalizou geniais humoristas, como o nova-iorquino Jerry Seinfeld) nunca esteve tão em alta: há tempos, apesar de por lá imperar os piadistas e contadores de causos, o Ceará exporta talentos para outros estados; em Brasília, a "novidade" se dará a partir de agosto com o Festival de Humor Stand Up Comedy; e, em São Paulo, destacam-se nomes como Rafinha Bastos, Danilo Gentili e Oscar Filho – não por acaso, os três grandes nomes do programa CQC (Custe o Que Custar), franquia argentina por aqui comandada pelo ótimo Marcelo Tas, espécie de "versão inteligente" do programa Pânico, que vem arrasando na Bandeirantes com um programa de humor ácido por sobre os principais temas políticos e do cotidiano, além de colocar celebridades em situações de saia justa com perguntas impactantes.

E a TV ainda pode gerar surpresas, e das boas: especialmente quando a “novidade” (ele já está há mais de 5 anos no teatro, mas só agora ganha repercussão nacional depois do ‘boom’ que teve na ‘Internet’) atende pelo nome de Marcelo Adnet! Afinal, o seu 15 Minutos só tem 4 meses, mas já conquistou o público, especialmente depois de virar ‘cult’ em ‘sites’ como o YouTube (onde a meninada reproduz a já clássica canção “Furfles Feelings”, um inteligente besteirol composto pelo humorista, em Inglês). Com apenas quinze minutos diários, entre segunda e quinta, na MTV, o programa é temático: com aparência de improviso (apesar de conter roteiro, do próprio ator carioca) num quarto que reproduz o do próprio apresentador e humorista, ao lado de um bizarro “ajudante de palco” (e escada para as impagáveis tiradas, o Mano Kiabbo), a inteligente e ágil atração já apresentou verdadeiros “clássicos”, como a (perfeita) imitação de Adnet de José Wilker cantando o Créu (acompanhe vídeo do YouTube ao lado, acima: somente áudio)...

Sem esquecer mais uma grata surpresa do novo humor, só que agora na 'Net': o 'blog' Pergunte ao Urso (ou, na sigla debochada "PAU"), de maneira inusitada, mistura "auto-ajuda" com muito escracho e excelentes textos (além de uma "filosofia", cada vez com mais seguidores...)! Uma amostra do que tem por lá? A um internauta aflito por ter engravidado matriz e filial ao mesmo tempo (e ainda por cima irmãs!), eis o que o "novo guru" responde: "Será você mais um daqueles fundamentalistas da história de Adão e Eva? Crescei-vos e multiplicai-vos na porra da mesma família?" ou ainda "Chame o pai das moças para uma conversa (...) e explique o inexplicável. Fuja de clichês habituais como 'eu fui seduzido', 'ela me disse que se cuidava' ou 'eu podia estar matando, mas estou aqui engravidando suas duas filhas'… (...) Para sua segurança, tenha essa conversa em local público e com rotas de fuga, shoppings são boas pedidas; um bate-papo dessa gravidade na cozinha pode ser mortal".

sexta-feira, 18 de julho de 2008


Eles estão de volta...

Além dos heróis e vilões que dominarão as telas do mês de julho, os filmes de férias desta leva garantem alguma qualidade a Hollywood...


Nesta sexta, dia 18, aporta nas telas brasileiras certo número de filmes, de diferentes origens (franceses, alemães, inclusive um nacional sobre o universo de uma blogueira...). Mas uma estréia chama atenção em particular: primeiro, por causa da "campanha viral" em torno do badalado personagem, num 'blockbuster' com lançamento mundial neste mesmo dia; segundo, porque inúmeras cidades brasileiras (entre elas, a província em que me incluo) nem mesmo sentirão o cheiro de outro lançamento que não o arrasa-quarteirão Batman O Cavaleiro das Trevas. Por isso (e, além de ser um fã legítimo do melhor herói dos quadrinhos, porque também estava ávido por ver a seqüência do ótimo Batman Begins – eu e a torcida do Vasco da Gama...), o Homem-Morcego terá o merecido destaque por aqui... Mas, como o melhor sempre fica para o final, deixem-me abrir um breve espaço para os bons exemplares dos ditos "filmes de férias" a que tive o prazer de assistir...

Um dos mais esperados 'remakes' até que não decepciona: Em Agente 86,o melhor comediante da atualidade, Steve Carrel, substitui à altura o falecido Dom Addams do engraçado seriado da década de 60 de Mel Brooks (aqui consultor) – entretanto, recomendado apenas aos saudosistas da série ou aos fãs das comédias ligeiras e previsíveis da atualidade (isso mesmo, o filme consegue ser um pouco dos dois!). Outro que não agradou a todos foi o interessante Fim dos Tempos: com uma boa premissa sobre o que andaria levando pessoas nos EUA a se matarem, uma família foge de uma "ameaça fantasma" que lembra muito filmes como Invasores de Corpos e Os Pássaros... Pretensioso? Fiquei com o que o diretor Shyamallan quis mostrar: "Uma homenagem aos filmes B de antigamente"... E se o Gigante Esmeralda não é tão bom quanto o seu congênere Homem-de-Ferro, O Incrível Hulk "reconta" a saga de Bruce Banner sem os maneirismos (e a inteligência) de Ang Lee! Isso tudo sem esquecer que férias são tempo para levar a criançada para as salas escuras, e nada mais legal que ver uma boa animação: se Kung Fu Panda está mais para a comédia de Shreck, o belo Wall-E mantém a tradição de encanto da Pixar, com uma animação "adulta" (aguarde 'post' exclusivo)... Agora, segue o Morcego...


Do título já pululava na cabeça de qualquer fã que se preze uma dúvida atroz: seria este filme uma adaptação da excelente ‘graphic novel’ O Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller? Adianto que não. Na verdade, trata-se do que se pode chamar de “grande apanhado” de várias épocas dos Quadrinhos, sem ser um legítimo seguidor de nenhuma delas – tal como foi, de certa forma, o bom roteiro do primeiro filme, baseado bastante em "Batman Ano Um", cujo roteirista principal deixou o cargo desta vez – o que em nada compromete, uma vez que o diretor assume o roteiro com a seriedade e o realismo devidos. Entretanto, inúmeras serão as citações àquela estória – o caos absoluto em que Gotham imergiu; a moto; a imprensa cativa; os “aspirantes” a Batman; a “marginalidade” do personagem (o "cavaleiro negro" do título)... –, especialmente o duelo mais esperado: Batman X Coringa... Algo que transcende qualquer adaptação de HQs já vista...

Nem falo dos ótimos diálogos postos na boca retalhada (Oscar de Maquiagem?) do "mal encarnado", sem passado definido, um Coringa quase espectral (outro Oscar? Agora, realmente espectral, já que o excepcional Heath Ledger, de Brokeback Mountain e Casanova, morreu bem antes de o filme estrear...) ou dos embates entre herói e vilão durante o excelente filme de pouco mais de duas horas e meia (que passam quase sem que percebamos a duração e o mergulho na ótima trama), mas, sim, do clima aterrorizante usado para o ótimo Palhaço do Crime: tão assustador que repelirá as crianças (ainda mais) dos cinemas, o plano do Coringa mais-que-realista deste filme é só um, criar o caos, com um prazer sado-masoquista e psicótico nunca antes visto em nenhuma revistinha! E com direito a uma excelente trilha personalizada (da mesma dupla Zimmer/Newton-Howard do primeiro longa), tão soturna e estranha, como os acordes dissonantes que se ouvem ao fundo de 2001 – Uma odisséia no espaço, do mestre Kubrick...

E é também de olho no Kubrick que percebi outra coisa inusitada: uma inevitável comparação entre este Coringa e o louco Alex, The Great de Laranja Mecânica: quem assistiu a esse clássico sabe o quanto era duro torcermos para aquele anti-herói e até mesmo rirmos de suas mortais brincadeiras repletas de violência... Duvido quem não ria ou se envolva com a nova versão do vilão (devidamente homenageado nos créditos e um forte candidato a vários prêmios póstumos): se a magia do personagem antigo, que usava veneno para matar as pessoas com um sorriso foi substituído por algo mais... grotesco, ninguém perderá com o esquecimento dos revólveres com "bang"!

Mas existe vida além do Coringa (cujo rosto maquiado deu as caras nas caras débeis de alguns 'nerds' da primeira sessão a que assisti!): todo o elenco está afinado, com destaque a um bem adaptado Duas-Caras e à substituta da Sra. Tom Cruise, que faz uma Rachel Dawes mais presente (Maggie Gillenhaal, enfeiada...), a edição continua ágil (com muita ação e boas subtramas, além de um Bruce Wayne mais rápido que John McClane em raciocínio!) e o diretor/roteirista Nolan (o mesmo do mini-clássico Amnésia) imprime sua marca para futuras continuações continuarem a respeitar um personagem trazido ao realismo como nenhum outro herói de quadrinhos fora antes (apesar de um ou outro exagero 'high-tech', como aquela armadura...). E, o que é melhor, num filme excelente, capaz de agradar mesmo àquele que nunca leu um gibi em sua vida!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

AMANHÃ:
MORCEGOS EDIÇÃO ESPECIAL



Filmes de Férias


De aperitivo, leia a boa crítica do leitor do Globo on Line

terça-feira, 8 de julho de 2008

Os Heróis Têm Sexo?


”Santa palhaçada baitola, Batman!” Duas faces da mesma moeda (sem trocadilhos): imagem da exposição de Mark Chamberlain, na Galeria Kathleen Cullen Fine Arts de Nova Iorque, e foto de um estandarte da última parada ‘gay’ de São Paulo.


Há algum tempo, um “artista plástico” novaiorquino, Mark Chamberlain, resolveu desrespeitar um dos personagens mais completos da História dos Quadrinhos, Batman: em uma série de aquarelas que lembram desenhos das antigas estorinhas, o Cavaleiro das Trevas aparece em cenas homossexuais grosseiras com o Menino Prodígio (a ilustração acima é das mais “sutis”), que, a julgar pela fértil imaginação do “pintor”, teria quase a mesma idade do Homem-Morcego, o que não coincide com a “realidade”...

Muito longe de ser um libelo contra o homossexualismo, longe de mim (como diria Melvin Udall, o impagável Jack Nicholson em Melhor é Impossível, com a infame “O que vocês fazem com seus pincéis não é da minha conta, contanto que façam longe de mim...”), especialmente quando há alguns personagens nos Quadrinhos que são ‘gays’ (como Colussus, dos X-Men)... Mas daí a pegar um dos ícones machões da Era de Ouro dos Quadrinhos, num tempo policialesco (a revista em que eram originariamente publicadas as estorinhas do Morcego era a Detective Comics, ou traduzindo, “Quadrinhos de Detetive”, nome da atual Editora, dona dos direitos de Super-Homem, Flash, Mulher-Maravilha, dentre outros) como o de 1939, e debochar sobre tudo isso numa pseudo-art-pop é grosseiro! Vamos às defesas...

Era abril de 1939 e o personagem de um homem vestido de morcego era um tanto soturno para os leitores da época... Assim, Richard Grayson, o primeiro Robin, foi criado para humanizar a figura do Batman: o Menino-Prodígio serviria como um contraste para os métodos sombrios utilizados pelo Homem-Morcego, um personagem violento que então não hesitava em matar seus inimigos (o que mudaria com o tempo: hoje Batman nunca mata). Com o surgimento desse órfão de um casal de trapezistas, as histórias do Batman ganharam diálogos com mais leveza e nascia assim o ‘boom’ de ‘sidekicks’ (parceiros de combate) mirins, como Bucky para o Capitão América, Centelha para o Tocha Humana...

Até surgir, na vida real, um vilão com um plano infalível, que escreveria seu nome na história abalando para sempre a indústria das histórias em quadrinhos, como bem lembra Edvaldo Filho em seu excelente texto “Robin, um sobrevivente”, onde passa a transcrever o polêmico trecho do livro “A Sedução dos Inocentes”, de 1954, em que o psiquiatra Frederick Wertham afirmava que os quadrinhos seriam os responsáveis pela inversão de valores e pela corrupção e delinqüência juvenil, dando o errôneo destaque para a relação entre Batman e Robin: "uma relação entre dois homossexuais que moram numa mansão suntuosa com lindas flores em vasos enormes. Algumas vezes, Batman está de cama por causa de algum ferimento. Robin aparece sentado ao seu lado. Eles levam uma vida idílica. Tem um mordomo, Alfred. Batman aparece algumas vezes de roupão. Parece um paraíso, um sonho de consumo de dois homossexuais que vivem juntos. Às vezes aparecem num sofá. Bruce reclinado e Dick ao seu lado sem paletó e de camisa aberta". Daí para o afetado e ‘camp’ seriado dos anos 60 (que não conta como adaptação, sendo na verdade uma sátira) e os atuais tempos “politicamente corretos” sobre dignidade ‘gay’, a Dupla Dinâmica virou alvo fácil da molecagem já há um bom tempo...

Uma pena, realmente, uma vez que, além de ‘gay’, Bruce Wayne teria que ser um legítimo pederasta para ter algo com Robin: com apenas 12 anos de idade, Robin é apenas um garoto quando é treinado por Bruce Wayne e passa a, com este, combater o crime; mais tarde, quando adulto, ele passa a agir com os Novos Titãs (e depois com os Renegados) e vira o Asa Noturna, deixando Batman por um tempo atuando sozinho, até que, com o passar dos anos, outros editores entenderem substituir o original Robin por outros (no todo, já foram 5 Robins, incluindo duas garotas), ao que Bruce se envolvia com inúmeras mulheres (tendo inclusive sido noivo na década de 40 e vindo até a ter um bebê com Tália, filha de Ra’s al Ghul, num arco paralelo de estórias)...

É por essas e por outras que fico com a correta assertiva de Ney Matogrosso: "Essa onda gay não é um avanço humano; é um avanço de mercado", ao explicar, numa entrevista, por que sempre se recusou a ser porta-estandarte de “causas” como as paradas GLBT (tanta sigla!). E é por essas e outras que o tal “orgulho” não deveria querer ser tão macaqueado para inglês ver... Muito menos desrespeitando os Quadrinhos...

terça-feira, 1 de julho de 2008

Vamos todos cantar de coração...

O mestre Patativa do Assaré e eu numa noitada vascaína no Centro Cultural Dragões do Mar, em Fortaleza...


...O Dinamite é campeão! E nem falo do maior artilheiro da história do clube (708 gols), nem do fenômeno em Brasileirões e Cariocas, mas, sim, do promissor Presidente do Vasco da Gama, eleito na semana passada, em São Januário.

E a euforia por derrubar um ícone da politicagem vagabunda e irresponsável é mesmo grande, similar ao de quando se viu no Maranhão outro déspota ser deposto, o Sarney, na derrota para o governo das últimas eleições (apesar de a peste e de seus asseclas continuarem a espalhar seus tentáculos ardilosos em Brasília...). Tanto que, vestido com a camisa comemorativa dos 1000 gols de outro craque cruzmaltino, surpreendi-me com um desconhecido no São Luís Shopping, no último domingo: "Agora eu 'tou feliz! Finalmente teremos uma nação vascaína de novo, com esperanças novamente, né?". Amigos pela fé no clube... E no Dinamite, que espera montar uma equipe forte (como precisamos de um título...), aumentar o patrimônio cruzmaltino e recuperar o poder de investimento com o auxílio de novos parceiros, tudo desandado pelas maracutais de Eurico (que ainda espalha seus tentáculos pelo Clube dos 13, pela Política carioca...)!

Ao vencedor, as batatas de muito chão pela frente, mas fica a esperança de, separando o joio do trigo, angariar os frutos merecidos de toda uma nação ávida por um novo tempo no Vasco e no Futebol como um todo... E aos urubus (tão odiosos que nem reconhecem o Brasil na Libertadores através do FLU, insistindo em provocações de revanchismos idiotas e ultrapassados!): a gente se cruza, e, agora, com dinamite!

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