sábado, 5 de agosto de 2017

Sempre veja o lado claro da vida...

Como morcegos a voar por sobre a minha cabeça...

Quando escrevi isso, aos 14 anos, meu primeiro poema, a ideia era uma óbvia metáfora de um sofrimento digno do "mal do século", daquele Romantismo mórbido e idealizado tipicamente byroniano dos Macários da vida... Mas como Poesia tem vida própria, eis que essa simples metáfora por muitas vezes se materializa quando menos se espera! E eu, por esses dias, acabei tendo a minha quota de "morcegos por sobre a cabeça", mas morcegos bem diferentes dos cultos e bons companheiros que habitam este dileto espaço virtual, morcegos bem menos cientes das artes em geral e mais próximos das aflições de Augusto dos Anjos... Naqueles momentos em que a vida se depara com algumas realidades bem menos poéticas - e, o que é pior, bem mais demoradas do que uma sempre carinhosamente preparada postagem feita pelos quirópteros deste bloguinho...

Mas não há com o que se desesperar: se sempre haverá uma chance para gente que, apenas tendo se esquecido de "rir, sorrir, dançar e cantar", teima em se reinventar de um jeito melhor, por que não passar a ver a vida como um absurdo grande espetáculo teatral e, encarando o fechamento da cortina para mais um ato com uma curva saudação em reverência ao público, espere preparado até que o cenário seja novamente montado e novos parceiros de cena surjam para uma nova passagem dessa peça com constantes reviravoltas deliciosas... Pois, como diria aquele otimista "parceiro de crucificação coletiva" (Eric Idle) do pobre Bryan (Graham Chapman), infelizmente sempre confundido com o Messias num dos mais hilários finais cinematográficos de todos os tempos no clássico Monty Python: A Vida De Bryan, "não resmungue, dê um assobio: isso ajudará as coisas a melhorar e... sempre olhe para o lado claro da vida!"... Perde-se aqui para se ganhar acolá...

E os Morcegos, que, juntamente a tantas correrias alucinadas, andaram bastante irregulares por estes últimos meses, resolveram oficializar o seguinte: jamais tendo parado por completo e tendo deixado inúmeras postagens no ponto de publicação, com uma ou outra necessidade de acabamento que ora são feitas, aproveitam este momento de "paradas obrigatórias", redescobertas e recomeços para publicar, na devida época em que foram originariamente criadas, uma postagem por mês em retrospecto - aqui seguindo os devidos links: em MAIO, uma viagem poética por entre aniversários ilustres e sagas especiais de Star Wars; em JUNHO, uma pequena homenagem aos grandes artistas setentões aniversariantes daquele mês, em especial Bethânia com um dos seus melhores discos; em JULHO, o Cavaleiro das Trevas aparece como muito bem representado numa cena que se mostra como síntese da adaptação do Homem-Morcego das HQs para o Cinema; e agora, em AGOSTO, sempre tão temido como o "mês do cachorro louco", os quirópteros das Artes em Geral voltam à ativa dizendo que não se rendem jamais - e, diante do inevitável, simplesmente criam, juntam os lábios e assobiam... Afinal, "se viemos do nada e voltamos para o nada, o que temos a perder... Nada!"...

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